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30 de maio de 2012

Final de Semana na Tailândia - Sábado

E no dia seguinte...

Khon Kaen, norte da Tailândia
Acordei, olhei pela janela e fiquei assustada com o tamanho da cidade que eu nunca nem tinha ouvido falar o nome.

Aí entra uma frase do Amyr Klink que eu gosto muito, que divinamente define o porque viajar é tão importante e que a Taia do blog Epa e Taia pelo mundo, também se inspira nesse poderoso texto.

"Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver."
Amyr Klink (Mar sem fim)

E é isso aí.  A cada viagem, a arrogância de ver o mundo como imaginamos é quebrada por surpresas lindas, por cores e sabores que nenhum guia turístico ou livro de geografia ou youtube consegue chegar perto.

Quando eu olhei essa vista e vim uma cidade que acordava, e que eu não tinha a menor idéia que existia, e que tem somente 2 milhões de habitantes... eu me arrumei logo, fui tomar meu substancioso café da manhã pra poder explorar esse local.

Voltei pro quarto e a chama da Fibromialgia, somando aos defeitos colaterais dos meus medicamentos me pegou de cheio e eu fiquei deitadinha e quietinha por algumas longas horas e somente depois das 2 da tarde é que eu pude por o pezinho pra fora do hotel. Legal né!?


Demorou mais eu saí e isso que é o importante da história!!!!

Saí toda saltitante e por uma questão de não sei o que eu me esqueci completamente da umidade louca da Tailândia, e do calor nada suportável. A menos de 2 quadras eu já estava com o cabelo grudado na cabeça do tanto que eu suava e antes que eu achasse um local pra parar, eu desmorono na calçada. Não sei se foi o calor que fez a pressão despencar, ou se foi a fraqueza que eu me encontro... a sorte é que foi um desmoronamento super rápido e em segundos estava eu de pé novamente. Ufa, que medo que dá essas ausências!

Então, alguns passos e vejo um centro comercial e entrei correndo. Como eu apreciei o ar-condicionado geladíssimo. Parei no Starbucks, yep até em Khon Kaen tem Starbucks, comprei um suco e fiquei ali esperando a suadeira passar pra poder ter coragem de encarar o mormaço novamente.

A suadeira passou, eu respirei fundo e fui!

A Tailândia é um país Budista, cheia de templos e monges. Eu tenho verdadeira adoração pelo colorido dos templos e santuários e no meio do meu caminho, um pequeno santuário emerge na minha frente, no meio da praça pra colorir o mundo.

Protetores do santuário Si Chan
Santuário Si Chan
Lotus, símbolo da Ásia,
Divindade do Si Chan
As cores que me encantam
Amarrações coloridas pra segurar boa sorte
Divindades! Espíritos vivem aqui de acordo com o locais
Frangipani, minha flor favorita
Bela foto com o santuário Si Chan ao fundo! Tá vendo??(*)
Protetores de Si Chan
Detalhe do protetor acima
Um dos portais da cidade
Alegorias feitas de pedaços de azulejos
Mastros onde as bandeiras de oração são amarrados
Artesanato local
Sin Chan
Caminhante pelos caminhos
O sol de rachar mamona, acabando com a minha moleira, e eu rindo toda feliz por ter o grande privilégio de ver essas cores lindas no meio de uma praça, ao lado de um portal com a foto do rei Rama IX que reina na Tailândia por nada menos que 60 anos.

Caminhando fui eu rua acima, desbravando a cidade. Búfalos cruzavam com BMWs que cruzavam com Tuk Tuks que cruzavam com pedestres, numa convivência harmoniosa que só a Tailândia consegue. 



Tentando atravessar a rua lotada de carros que cruzavam em todos os sentidos, isso sem contar que Tailândia é mão inglesa!!! Aí que eu me perco mesmo...pra onde olhar? Direita ou esquerda? Pra cima ou pra baixo? Vem carro de todo santo lado, e de onde menos se espera! Até da calçada!!

Depois de alguns bons minutos, literalmente no meio da rua, após ter conseguido atravessar uma das pistas, eu respirei fundo outra vez e mandei ver. Cheguei do outro lado, com o coração na mão! A parte mais engraçada? Olhar pra cara dos Tailândeses morrendo de rir da minha travessia. Caí na risada, não deu outra.



Bom, depois da travessia nada poética, cheguei no Central Plaza que é um shopping imenso. Eu entrei correndo, doidinha por um ar condicionado e morrendo de fome. No meu estômago, além dos remédios, só tinha o café da manhã que depois de tanto suor já tinha evaporado há muito tempo!!!


Central Plaza pra salvar minha pele!
Que shopping imenso!!! Fiquei assustada com o tamanho e com a quantidade de lojas e gente. E como era sábado, parece que a cidade toda teve a mesma idéia de se refrescar no geladinho do ar condicionado. Demorou um bocado pro meu suor secar e eu poder sentar num restaurante e comer algo.

Ah, tinha uma cantora toda famosa fazendo show num dos 6 andares. A galera ia a loucuraaaaa!!!



Central Plaza
A galera toda animada vendo o show
Um dos melhores chá de frutas que eu já tomei
Abri uma revista e dá-lhe Havaianas
Lembra do post sobre o TREM?
Não falei que a galera sobe no vaso sanitário?
Esses dois estavam num papo animadíssimo!!
Fiquei nesse shopping até acabar a reunião do Petin. Comprei um livro de arranjos florais pro meu irmão, almocei um Club Sanduíche Thai style, mas sem pimenta, porque a minha língua precisava de uma trégua. Aí, passei as coordenadas pro Pe, ele pegou um Tuk Tuk e foi me encontrar em uma sorveteria.

A criança se lambuzando...
A chuva caía forte lá fora, e o mormaço subia embaçando tudo!

Pegamos um Tuk Tuk de volta pro hotel, porque as 6:30 a van filosofia-disco voador, iria nos levar pra jantar. Melhor, iria levar a galera da reunião pra jantar e eu de carona!


Tuk Tuk equipado com "puta-que-pariu"
...e proteção lateral! Ai, ri demais!!
 A van chegou pontualmente e lá fomos nós pro jantar. Essa era ainda mais colorida que a primeira. Luz pra todos os lados, e o motorista ainda se perdeu. Depois de muitos minutos rodando de um lado pro outro, eu solto "por um acaso a gente tá perdido?" 
A galera quase deu um treco de rir, porque parece que esse era o pensamento de todo mundo!

Chegamos no Smile, um restaurante lindo, que coma  chuva não deu pra aproveitar muito a parte externa. A comida tava maravilhosa como sempre e o pessoal extremamente atencioso. Não tem outra, comida Tailândesa é uma delícia!!

Quando nós chegamos, o salão já tava cheio. Também, o tempo gasto perdido na selva... Os pratos já estavam sendo servido e teve de tudo: frango, peixe, porco, vaca, saladas de frutos do mar, salada de papaya, arroz, sopa, bolinho de camarão maravilhoso e por aí vai. Olha só a orgia gastronômica!!!

Theerapat, gerente da empresa que organizou a reunião.
Um amor de pessoa
Comida deliciosa
Sopa maravilhosa, mas a pimenta. Tá vendo??
Alguém me servindo a sopa que é feita com leite de coco
Sobremesa perfeita pra refrescar a língia
Restaurante Smile
Muito charmoso!
Lá pelas 9, a soca do jantar começou e Pe e eu estávamos exaustos. Pedi ao Theerapat pra chamar um taxi, e ele pediu ao motorista da van pra nos levar. Aí que nós vimos como o outro motorista se perdeu. O restaurante era só alguns minutos do hotel...

Olha só que colorida essa van!!
Chegamos no hotel, e logo logo estávamos roncando, quero dizer dormindo, porque no outro dia tinha um tour nos esperando...

Mas aí era outro dia....

(*) Meu sobrinho lindo me mostrando a bateria dele. Tá vendo??



Final de Semana na Tailândia - Sexta

Quinta-feira passada, depois de deixar o consultório da Dr. Jo e ela pedir ao Peter pra não me deixar sozinha, fui intimada a arrumar a mala e ir pra Tailândia. O homem de negócios tinha uma reunião no sábado e como se fosse novela, saí de casa no outro dia de manhã.
Achei ruim até sabe!!

Mas que depressa, cheguei em casa e arrumei a mala e na sexta cedinho, às 7, nós já estávamos no aeroporto.

Primeira parada foi Bangkok, que fica somente 3 horas de vôo daqui. No aeroporto tinha o gerente da empresa que organizou a reunião esperando por nós. Uma graça o carinha.

A reunião foi em Khon Kaen (Kon Quen), norte do país, e o vôo só era a noitinha. Então fomos pra um shopping onde os homens de negócio se encontraram pra um almoço.
Como a galera é quase toda chinesa, eles foram pra restaurante chinês o que eu acho um sacrilégio. Não, não é a comida chinesa que é um sacrilégio, é comer comida de seu próprio país quando se visita um outro, especialmente quando o país é a Tailândia, ou seja, comida maravilhosa!

Eu não me juntei ao grupo. Primeiro porque não era a minha praia e segundo que eu queria era comida Tailândesa.  Catei minha tralha e fui bater perna. Até parece, eu tava fraca fraca e fui logo pra um restaurante e comi um delicioso arroz com abacaxi e depois parei num café onde comi uma torta de ameixa divina.

Bolo de Ameixa de comer de joelhos
Arroz com Abacaxi, meu Deus isso é MUITO bom
Do shopping fomos de volta para o aeroporto e depois de um vôo loooonngggooooo de 40 minutos, chegamos a Khon Kaen.
Cara, que lugar quente. E úmido! E quente! Eu disse que lá é quente e muito úmido? Sério, eu já fui a Tailândia umas 6 vezes e não tinha sentindo nada igual.

Bom, chegamos tarde e tinha uma van, super iluminada mais parecendo carro alegórico ou disco voador, nos esperando no aeroporto e de lá fomos encontrar o pessoal da reunião que estava todo em um restaurante já jantando.

Van que mais parecia um disco voador
Salada de Papaya e MUITA pimenta
Sopinha básica de matar qualquer cândida
Cestinho charmoso servindo como...
...panelinha de arroz!
Esse cestinho de comida estava na mesa ao lado e eu não resisti e fui lá e peguei pra mim. Só na Tailândia mesmo pra servir arroz num cestinho desse! 

Do restaurante voltamos pro hotel porque a nós estávamos exaustos. Eu então nem se fala. Essa quantidade de remédio que eu tô tomando, 18 ao todo, mais a fraqueza, dores, febre, cansaço duplo... eita, parece fácil mas não é de jeito nenhum!

Quando nós chegamos no hotel, eu vi essa placa bem na porta da entrada. Não foi a primeira vez que eu vejo essa placa na entrada de hotel. 
O que é isso? Durian?

Durian é prima primeira da jaca brasileira só que é muito mais muito mais muito demais-da-conta-fedida. O cheiro é forte, e enche o ambiente. Então os hotéis colocam essa placa pra que os asiáticos, que são apaixonados por essa fruta, não a trazerem pra dentro do quarto e infestar tudo com o cheiro forte dessa fruta.
E eu agradeço demais por essa consideração. Já basta entrar em supermercado e sentir o cheiro desse trem...

Adoro essa plaquinha
Bom... depois de checked-in e banho fui direto pra cama e dormi como uma boa pedra. Um bom descanso era mais que necessário pra poder recarregar pro dia seguinte.

Por falar em dia seguinte...

10 de maio de 2012

Arroz, Feijão e Couve

Ontem a noite bateu uma vontade, quase rara de comer comidinha brasuca. Pe tinha até achado couve, coisa raríssima.

Aí fiz um arroz com frango e milho verde, (longe de ser uma galinhada) couve na manteiga e feijão. Foi a primeira vez que eu fiz feijão esse ano aqui em casa!




Comida pra mim é mais que comida, é algo cultural e que carrega muitos significados.
Eu sou uma camaleoa que me adapto bem a diferente culturas, e por acreditar no significado cultural da comida, eu prefiro comer comida brasileira no Brasil. Tem mais sabor, tem mais sentindo.

É como carnaval fora de época. É bom, mas não é carnaval.

24 de abril de 2011

Sábado vencido!

Mais um sábado aponta na folhinha. O dia estava nublado com cara de poucos amigos, mas sabe aquela história do limão, quando a vida te oferece limão, faça limonada? Então, limonada não saiu, mas saiu daiquiri! Muito melhor!

A tarde desse sábado começou com uma puxada aula de Pilates que comecei a fazer há 2 semanas. Começou assim: Há uns 5 meses eu vi que abriu aqui perto de casa um centro de Pilates. Peguei o telefone no luminoso verde, cruzei os dedos an esperança de alguém que falasse ingles atendesse o telefone.
Liguei várias vezes, e nada de alguém atender. Fui pra Nigéria, fui pro Brasil, alguns meses se passaram e eu na tentativa de começar a ser esticada. E como eu sou esticada naquele lugar, Deus do céu!

Há algumas semanas, vindo do Carrefour, eu vi que tinha luz acessa e liguei na hora. Advinha? Ninguém atendeu. Aí perdi as esperanças. Mas não é que logo logo a dona do espaço retornou minha ligação e melhor, ela fala inglês. Já morou e estudou nos USA da vida. Bingo! Marquei horário e fui apresentada a essa atividade física criada por Joseph Pilate no início do século 20 e que tem milhões de adeptos no mundo todo.

A instrutora é um doce de criatura. Eu tenho aulas 2 vezes por semana, as terças a noite e aos sábados a tarde. As terças é aula particular. Somente Pei, a instrutora, e eu naquela sala cheia de equipamentos que mais parecem sala de tortura e não algo que irá contribuir para o aumento da força, flexibilidade e controle do corpo.


Aos sábados é aula coletiva, 5 pessoas na sala e a turma é excelente. A aula se tornou bilingue porque Pei precisa me explicar em Inglês e em Chinês para os outros 4 alunos! Eu me divirto. Enquanto o alongamento rola pesado e puxado, com concentração na respiração como precisa ser, a gente dá muitas risadas do sofrimento alheio.



A turma tem um cuidado todo especial comigo, principalmente depois que ficaram sabendo que eu tenho Fibromialgia. É muito bom a gente se sentir cuidada né!

A aula hoje foi super puxada e eu não tava muito forte...

Tô assistindo Parenthood, e escrevendo ao mesmo tempo...e chorando...saudade da galera de casa...

Ai ai...

Quando eu estava me preparando pra voltar pra casa, a Pei me pediu pra eu dar uma diminuída no meu ritmo. Eu estava colocando o tênis e numa rapidez como se eu tivesse panela no fogo...Aí eu disse a ela que eu não sabia o porque de toda aquela pressa já que eu não tinha ninguém esperando por mim em casa e nem agenda pra cumprir. Mas o lance é que a pressa não é e não foi só naquele momento. É mais ansiedade que pressa na verdade...

Pra tentar baixar a bola, eu cheguei em casa, tomei um bom e longo banho, me arrumei e fui pro shopping jantar. Saí de casa um pouco tarde, quase 5 e não achei mesa vazia no restaurante que eu queria almoçar/jantar. O Taiwanês como adora comer, as 5 da tarde já tem fila em porta de restaurante para o jantar...e eu não tinha nem almoçado ainda!

Como o Grazie Café tava lotado, com fila de espera pra mais de 1 hora eu fui ao TGIF outra vez e me deliciei com um daiquiri de morango, melhorar que limonada sempre!, lendo uma revista muito interessante chamada Respect!

Daiquiri de Morango

Shopping é um bom lugar para se divertir sozinha. Tem cinema, livraria, restaurante, lojinhas, cafés, etc. É uma boa companhia na verdade. Depois do daiquiri e do jantar, fui tomar meu cafezinho no Starbucks, lendo minha revistinha. O moço do café perguntou pelo Pê que está na China outra vez, pode?! É muito engraçado como o Taiwanês é curioso. Eu vejo o cara somente por alguns minutos na sexta-feira e ele já vez várias perguntas e bem pessoais. Eu acho o máximo, sério! No começo essa sinceridade que aparece em forma de questionamento muito pessoal, me assustava mas agora de boa! Até eu tô entrando nessa...com moderação...creio eu!

Na volta pra casa, escutando Akon and Wyclef and Lil Wayne cantando Dollar Million, meu coração apertou. Eu adoro essa música e ela toca fundo em mim. É de uma solidão perene! A gente consegue enganar a solidão todo dia, mas não pra sempre. E todo dia, essa solidão insiste em assumir as rédeas, mas é necessário saber até que ponto ela pode participar da nossa vida, da minha vida.

E assim, hoje mais uma vez eu enganei esse monstro mas amanhã é outro dia e toda a batalha começa novamente. Pilates, voltinha no shopping, chat com a galera do Brasil ajuda horrores e amanhã tem massagem então estarei salva.

Mas o que é mais legal e transformar um dia vazio num dia fascinante e isso eu sou expert!

21 de abril de 2011

Uma tarde no Sogo

Hoje eu fui até ao Sogo, uma grande loja de departamentos de 11 andares daqui de Taiwan, pra comprar arroz jasmim que eu adoro de paixão, arrumar uma sandália e almoçar em um lugar charmosinho.

Faz algumas semanas eu fui a esse mesma loja e vi que estava em construção um restaurante novo de comida ocidental, o "Aunt Stella's". Hoje o danadinho estava aberto e lá fui eu "testar" o local. Digo testar porque aqui em termos de comida, nem tudo que parece é. Sempre, ou quase sempre, tem um sabor adulterado porque Taiwanes tem vapor de sabor original. É sério! Então quando se vê um restaurante de comida ocidental, é necessário primeiro testar com cuidado pra ver se o sabor de um risotto por exemplo não terá nenhum sangue de porco ou tofu fedido adicionado. Tô brincando não, verdade!


O lugar é bem legal, e as garçonetes como sempre super delicadas. Peguei o cardápio e já fiquei feliz porque além de foto, o cardápio era bilingue. Super bom, quando não se sabe ler nem escrever!
As fotos estavam apetitosas, coisa rara aqui. Aí fiquei com o risotto de cogumelos e peito de frango, e um suco todo incrementado que tinha até colágeno. Uma delícia!

O risotto não tinha nenhum sabor extra, mas também não podia chegar aos pés do risotto que o Pe faz aqui em casa. Gente o risotto que o homem faz é bom demais da conta! Daqueles da gente comer de joelhos.

Aqui, normalmente, quase todo restaurante tem o que eles chamam de "set", que inclui uma salada ou sopa, prato principal e uma bebida que pode ser suco, café ou chá e que é servida só no final da refeição. As vezes, depois de muito insistir, eles servem o suco junto com a comida, mas é coisa rara. Vinho é quase impossível de se achar!  Quando se pede o "set" sempre fica mais barato que pedir os pratos separadamente, e é muito engraçado ver o garçom te convencendo a pegar o "set" pra não ficar muito caro.

Então, almocei, tomei o suco turbinado e fui pagar a conta. Assim que eu paguei a menina do caixa pegou uma sacolinha e colocou um prato de cerâmica lindo dentro e me deu, dizendo que era presente da casa pra mim.

Presentinho que ganhei no restaurante


Só em Taiwan mesmo! Eu adorei! Olha só que gracinha de prato!! Aí depois a menina me deu uns cookies de chocolate chips que tinham acabado de sair do forno. Bom demais! Eu adoro esse mimos e eu os recebo muito frequentemente. Já ganhei canecas, galheteiro, ursinho de pelúcia, bolsa e por aí vai.

Saí do lugar com um senhor sorriso na cara. A hospitalidade aqui é algo ímpar e faz toda a diferença. Com certeza irei voltar ao Aunt Stella's e experimentar os sandubas e quem sabe ganhar mais presentinho!